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Momentos Poéticos

Momentos de Lua

Autora: Maria Paz

Poetizar já

Autora: Maria Paz

Tristeza não traz cor,
disse o poeta e cantor.
Mas me diga seu doutor,
como hei de fazer
para dela não morrer?

Oh, seu moço, não esquente
e a cabeça não atormente.
Pare de se lastimar
E comece a POETIZAR.

Recebi caneta, refleti…
Escrevi no papel.
E da tristeza saí
para uma grande lua de mel!

Poema para Tim-Tim

Autora: Maria Paz

Eu, o sino e o menino

Autora: Maria Paz

eu-o-sino

“Blim, blom” bate o sino!
E na ladeira vem correndo o menino.
Para onde corres, oh pequenino?
Não sabes a vida aproveitar?
– Tenho pressa para brincar,
pois sei que da vida, nada irei levar.

Fiquei taciturna a meditar:
Tão pequenino já está a me ensinar?
Será que cresci e não sei avaliar:
Que viver é brincar e esperançar?
“Blim, blom”, fez o sino novamente a tocar.
Despertei e só alegria eu fui espalhar!

Participação em Antologias Poéticas

E para promover o poema com maestria,
Comemoro cada antologia.
Pois é fato que a poesia,
Também serve de terapia!

Que a vida seja leve feito flor!
Porque tudo que é repleto de amor,
Transforma em bondade cada cor,
Alegrando a caminhada seja onde for!

infancia-cordel

Pedra azul da Paraíba

Autora: Maria Paz

Brincando de “passa anel”
Eu quero reconhecer
Quanto que há de esperança
Nas mãozinhas a esconder
Que brincadeira sadia
De adivinhar e saber.

Vem já pra cá meninada!
Vem observar e brincar.
O anel, com quem está?
É pergunta pra enganar.
Pedra azul da Paraíba
É brilhante pra encantar!

Rolimã na infância

Autora: Maria Paz

Brincando lá na ladeira,
Carrinho de “rolimão”.
É gostoso assim viver,
Liberdade e direção.
Com papai sempre de olho,
No perigo dizia não!

Que saudade que eu tenho
Do tempo da brincadeira.
“Me lembrando” da menina
Que voava na ladeira.
Tempo tão bom de criança
Corajosa e faceira.

razao-sensibilidade

Mudança e equilíbrio na obra de Austen

Autora: Maria Paz

A obra de Austen traz o feminino.
Restrito mas sem fraqueza.
Algo no modo água de ser,
fazer e permanecer.

Nela não há circunstâncias extraordinárias.
Porque as pessoas são as protagonistas que,
ao se transformarem, mudam o cotidiano
alterando a vida a cada ano.

Destacando a importância do detalhe,
a autora busca o equilíbrio,
da razão e da emoção.
Através das escolhas de cada um na ação.

Detalhes e escolhas

Autora: Maria Paz

A história é composta por detalhes.
E é assim que Austen escreve:
ocorrências e personagens, em detalhes,
que caracterizam a sua narrativa.

Aos poucos, ela traz mudanças pontuais,
algo sutil enredado na ação,
visando propiciar mudanças globais,
ainda necessárias e atuais.

Questões esquecidas na contemporaneidade,
como o poder das escolhas no habitual,
que podem mudar a humanidade,
instigando melhorar o mundo em geral.

florir-poético

Momentos de Lua

Autora: Maria Paz

Olhe a Lua nascendo!
É tarde e ela ao Sol encontra.
Quase imperceptível,
espalha beleza e aos corações encanta.

Quantos pararão para te apreciar?
Quantos te distinguirão no céu da tarde?
Mas estás a brilhar e a maravilhar!
Por que, oh Lua, não paras de cativar?

O tempo passou… Olhe a Lua!
– De novo? – Repare amigo, ela não se repete.
Ela é agora! Respondi certeira e veio o repente:
Esplêndida e sem comparação, ela arrebata o coração!

O sino e o menino

Autora: Maria Paz

“Blim, blom” bate o sino!
E na ladeira vem correndo o menino.
Para onde corres, oh pequenino?
Não sabes a vida aproveitar?

– Tenho pressa para brincar,
pois sei que da vida, nada irei levar.

Fiquei taciturna a meditar:
Tão pequenino já está a me ensinar?
Será que cresci e desaprendi,
que viver é brincar e esperançar?

Não sei se foi o sino ou o menino,
Saí cantando e a alegria sentindo!

Pensar com o coração

Autora: Maria Paz

Perceber o que importa,
É a mensagem do amor.
Perder tempo com rotulagens,
Não interessa na dor.

O deserto é a vida adulta,
Cercada de “metas e urgências”.
Nela esquecemos o coração,
E restam as aparências.

É a criança que encanta,
Tem o sentir do coração
E em tudo ela encontra,
Como libertar a razão.

O piloto não a reconhece,
Pois há tempos escondeu,
Que já foi a criança,
E a perdeu quando cresceu.

Ela insiste e investiga:
Qual o sentido de viver?
E vivendo ela instiga:
Vem brincar para entender!

Encontrar-se no deserto!

Autora: Maria Paz

Por que o Pequeno Príncipe,
A todos costuma encantar?
Será inocência, beleza ou flor,
O que nos traz tanto amor?

Soa a gargalhada no deserto,
Um piloto em desespero,
Não tem tempo para escutar,
Entender ou da criança cuidar.

Afinal de onde ela veio?
Surgiu do nada e insiste,
Em perguntar e narrar,
Suas aventuras sem parar.

Precisamos sobreviver,
Depois terei tempo.
Para contigo falar.
E as tuas histórias escutar.

Mas o pequenino não espera,
E o piloto se desespera.
Sem a alegria de seu gargalhar.
Não terá com que se encantar.

Precisamos a vida harmonizar

Autora: Maria Paz

No triste fato da pandemia,
Ninguém acreditava, mas acontecia,
Tantas despedidas, sem romaria,
Muita solidão sem poesia.

Misericórdia, Jesus, amado!
Que despertemos o coração,
E no cotidiano sagrado,
Aprendamos a amar a Criação!

Respeitar, cuidar e zelar,
São verbos do amar,
Que fazem a vida brilhar
Abundante, sempre a encantar!

E cada minuto é oportunidade,
Para amar e poetizar,
Entendendo que na realidade,
Precisamos a vida harmonizar.

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